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Capa de Sonetos, relicário da fantasia

Sonetos, relicário da fantasia

Daniel Marin

domainAutopub Editoratablet_macLivro Digitallocation_onBelém-PAcalendar_today07/08/2026
ISBN: 978-65-83093-31-8DOI: 10.46898/autopub.adf5cb82edab
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Resumo

A arte molda o mundo! E ao moldar o mundo à arte molda o ser humano, é um processo cíclico, pode-se dizer. O ser humano que como parte do mundo, age sobre ele e dá sua feição. Ele “cria” a arte para seu deleite e prazer, além da necessidade de se “comunicar” com o cosmo e com ele mesmo, sob uma égide individualista também. A poesia é a arte suprema, a primeira arte no âmbito do fértil pensamento humano. As demais são decorrentes dela. A poesia em forma de prosa foi à fagulha genitora do desenrolar da literatura mitológica que moldou o próprio processo civilizacional da sociedade humana, e consequentemente formou o ideário da arte escultórica e da música por exemplo. Até porque a arte é a verdade que pertence ao universo da fantasia. O Soneto foi criado, pelo poeta italiano Giacomo da Lentini (1210-1260), e foi popularizado pelo poeta e humanista igualmente italiano Francesco Petrarca (1304 – 1374) às portas da renascença, onde ensejava torná-lo a “forma perfeita” de se fazer poesia. Nesta obra se apresenta um verdadeiro ínterim de Sonetos que falam da vida, do amor, da solidão, de sentimentalidades, do cosmo e do existencialismo humano.

Palavras-chave

  • cultura
  • humanidade
  • literatura
  • soneto

6.796 palavras