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Capa de ATIVIDADES DA TRIPSINA E QUIMOTRIPSINA PANCREÁTICAS E FOSFATASE ALCALINA HEPÁTICA DE FRANGOS DE CORTE ALIMENTADOS COM RESÍDUO DE ÓLEO DE SOJA, ÓLEO DE SOJA OU GORDURA SUÍNA

ATIVIDADES DA TRIPSINA E QUIMOTRIPSINA PANCREÁTICAS E FOSFATASE ALCALINA HEPÁTICA DE FRANGOS DE CORTE ALIMENTADOS COM RESÍDUO DE ÓLEO DE SOJA, ÓLEO DE SOJA OU GORDURA SUÍNA

Estêvão Henrique Cangussu de Souza; Gabriella Cavazzini Pavarina; Caio César dos Ouros; Antonio Carlos de Laurentiz; Ligia Maria Neira; Luiz Flávio José dos Santos; Joao Martins Pizauro Junior

domainAutopub Editoratablet_macLivro Digitallocation_onBelém-PAcalendar_today21/09/2025
DOI: 10.46898/autopub.f2092865cf0c
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Resumo

Este estudo avaliou o efeito da adição de goma de soja (0%; 1,25%; 2,5%) e de diferentes fontes lipídicas (óleo de soja ou gordura suína em 0%; 1,3%; 2,6%; 3,9%) sobre as atividades enzimáticas digestivas e hepáticas em frangos de corte. Foram utilizados 600 pintainhos Cobb 500, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado. As atividades da tripsina, quimotripsina e fosfatase alcalina hepática foram analisadas aos 7, 14 e 21 dias de idade. Os resultados demonstraram variação significativa nas enzimas pancreáticas em função da idade e do tipo de lipídeo, sem padrão claro relacionado aos níveis de goma ou lipídeos. A fosfatase alcalina hepática manteve-se estável em todos os tratamentos, indicando ausência de comprometimento hepático. A gordura suína promoveu atividades enzimáticas superiores às do óleo de soja, possivelmente devido ao seu perfil de ácidos graxos. Conclui-se que a gordura suína é uma alternativa metabolicamente viável ao óleo de soja, sem efeitos negativos sobre as enzimas avaliadas, oferecendo uma opção de menor custo para dietas de frangos de corte.